sábado, 21 de maio de 2011

Carteira, é melhor lembrar dela

Uma forma fácil de nos lembrar da carteira é abastecendo o carro. Não tem como não se lembrar que nos esquecemos dela. Neste caso temos várias chances de padecer menos, podemos nos lembrar ao sair de casa, ou a caminho do posto, e até mesmo, antes de pedir ao frentista para completar o tanque.
Agora o padecimento verdadeiro surge a partir do momento que o frentista aciona o gatilho. Daí em diante, qualquer esforço de detê-lo será em vão, pois você já deve uma quantia ao posto de gasolina.
Semana passada, minha irmã e meu cunhado foram a um casamento e cometeram justamente este esquecimento. Com o tanque já cheio, se lembraram que nenhum dos dois estava com a carteira. Não é nada complicado de resolver, eles poderiam ter deixado algo em garantia, até que retornassem para efetuar o pagamento. Poderiam ter oferecido o celular, o documento do carro, e meu cunhado pensou até mesmo em deixar minha irmã lá, no meio do posto, toda arrumada para o casamento, enquanto fosse buscar a carteira.
Em situações assim, fica claro que se a cabeça não pensa o corpo padece, além da pequena tensão gerada pelo desvio do cronograma traçado inicialmente, eles tiveram ainda que dirigir até em casa, sair do carro, pegar o elevador, encontrar a carteira, descer de novo, entrar no carro, dirigir, pagar e correr para não perder o início do casamento. Ufa!!!

Até a próxima “jumentice”.

Imagens Burro

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Chaves: Ame-as e não deixe-as

O risco de padecer por falta de usar a cabeça está em toda a parte e existem pequenos objetos que nos induzem ao cansaço com mais frequência. Chaves, carteiras e alguns documentos costumam ser ótimos exemplos disso.
Para ilustrar este tópico, contarei minha última saga.
Passei uma temporada trabalhando em Juquehy, no litoral norte de SP, e houve uma ocasião em que eu e minha namorada fomos para lá em dois carros, em datas diferentes, evidentemente.
Acontece que no domingo voltaríamos para São Paulo, sendo que eu teria que voltar a praia novamente na terça-feira. Em princípio, tudo parecia um plano simples, nada fora do padrão. Resolvi voltar para São Paulo com ela e simplesmente desceria a serra de ônibus para passar o resto da semana.
Tudo correu perfeitamente, subimos, passamos a segunda-feira juntos e na terça peguei o ônibus rumo ao litoral. Já na saída, tive aquela sensação de que alguma coisa me faltava, mas como nessas horas não conseguimos saber o que é, segui em frente.
Ao avistar a placa “Juquehy a 3 km” lembrei-me imediatamente que havia deixado as chaves da casa em cima da bancada no quarto dela. Esta parte é sensacional, pois a imagem que se desenha em nossas cabeças da chave repousando sobre a bancada é exatamente a que vimos em filmes, às vezes até em slow motion.
Esperto que sou, pensei na hora: “Basta achar um chaveiro”. E parti para a caminhada de 1,5km em busca do chaveiro, que me cobrou R$70,00 para abrir um portão e uma porta.
Quando a cabeça não pensa o corpo (e o bolso) padece (m).

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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Estréia do Blog

Foto Burro



Resolvi começar este blog depois de ter lido um post do meu primo (André N) no facebook. Ele escreveu o seguinte: "Legal é descobrir meia noite que seu carro ficou no estacionamento que já fechou. Gênio, parabéns aí...”

Isso me fez lembrar que as vezes acaba sendo inevitável não repetir para nós mesmo aquela famosa frase: “Quando a cabeça não pensa, o corpo padece”.

Quantas vezes não desprendemos muito mais energia para realizar algo simples e cotidiano por falta de 3 segundos de planejamento. Não falo aqui de planejamento sofisticado, bem longe disso. O intuito é apenas mencionar situações cotidianas que acabam se tornando cômicas por pura falta de raciocínio antes da execução.

Escreverei neste primeiro post, sobre um ambiente das casas que induz ao padecimento: Banheiros. Banheiros costumam ser excelentes lugares para padecer por falta de planejamento. Sem aquele check list básico com poucos itens de verificação, fatalmente padeceremos:

1º Papel higiênico – Se não tiver um mordomo ou alguém próximo por perto, provavelmente irá padecer. Se a porta estiver trancada, certamente padecerá, pois terá que levantar invariavelmente, tendo depois que se livrar da famosa borboleta.
2º Toalha – Após aquele banho quentinho naqueles dias de inverno, fechamos o chuveiro e nos viramos para o local onde normalmente estaria a toalha... Que delícia, aquela sensação fria e úmida até chegarmos ao local onde guardamos as toalhas. São dois ou três passos que nos remetem a caminhar nus em meio a neblina fria.
3º Sabonete – Se já entrou no chuveiro e não verificou o sabonete, prepare-se para enxugar o banheiro logo após o banho. Gosto mesmo é da tentativa de deixar escorrer a água do corpo com o chuveiro aberto. O que fazer? Desligar o chuveiro, se enxugar e pegar o sabonete? Claro que não! Muito melhor caminhar nas pontas dos pés pelo banheiro espalhando água por toda parte, ou ainda andar arrastando o tapete do banheiro pelo piso, tornado-o inutilizável após a utilização desta técnica esdrúxula.
4º Escova de dente – Às vezes, cismo em escovar os dentes durante o banho, não sei bem porque faço isso, além de incômodo gasto muito mais água que aquela escovadinha padrão na pia. O padecimento pode surgir por normalmente não existir um local apropriado para apoiar a escova nas imediações do Box. O que fazemos? Colocamos em cima do Box, claro. Não sempre, mas já vi acontecer várias vezes de a escova cair de cima do Box ao fecharmos a porta de vidro ou ainda pior, pendurar a toalha justamente naquele local onde a escova foi previamente colocada. Genial. Pela lei de Murphy, é pouco provável que ela caia dentro do Box, provavelmente cairá para fora com a pasta virada para baixo e em cima do tapete.

Bom pessoal, postarei algumas situações pitorescas apenas para ilustrar o título do blog. No sei se terei leitores para tamanha futilidade, mas fiquem a vontade para compartilhar situações engraçadas em que padeceram por falta de uso da cachola...

Abraços a todos.

Artur N