Uma forma fácil de nos lembrar da carteira é abastecendo o carro. Não tem como não se lembrar que nos esquecemos dela. Neste caso temos várias chances de padecer menos, podemos nos lembrar ao sair de casa, ou a caminho do posto, e até mesmo, antes de pedir ao frentista para completar o tanque.
Agora o padecimento verdadeiro surge a partir do momento que o frentista aciona o gatilho. Daí em diante, qualquer esforço de detê-lo será em vão, pois você já deve uma quantia ao posto de gasolina.
Semana passada, minha irmã e meu cunhado foram a um casamento e cometeram justamente este esquecimento. Com o tanque já cheio, se lembraram que nenhum dos dois estava com a carteira. Não é nada complicado de resolver, eles poderiam ter deixado algo em garantia, até que retornassem para efetuar o pagamento. Poderiam ter oferecido o celular, o documento do carro, e meu cunhado pensou até mesmo em deixar minha irmã lá, no meio do posto, toda arrumada para o casamento, enquanto fosse buscar a carteira.
Em situações assim, fica claro que se a cabeça não pensa o corpo padece, além da pequena tensão gerada pelo desvio do cronograma traçado inicialmente, eles tiveram ainda que dirigir até em casa, sair do carro, pegar o elevador, encontrar a carteira, descer de novo, entrar no carro, dirigir, pagar e correr para não perder o início do casamento. Ufa!!!
Até a próxima “jumentice”.
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